ÍNDICE |
APRESENTAÇÃO (incluindo UNIDADES DE MEDIDA UTILIZADAS NO ACORDO) |
DECRETO Nº 1.797 DE 25 DE JANEIRO DE 1996 |
ACORDO DE ALCANCE PARCIAL PARA A FACILITAÇÃO DO TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS |
CAPÍTULO I – FINALIDADES E ÂMBITO DE APLICAÇÃO |
CAPÍTULO II DISPOSIÇÕES GERAIS |
ANEXO I NORMAS FUNCIONAIS PARA O TRANSPORTE TERRESTRE |
CAPÍTULO I – DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES |
CAPÍTULO II – DAS CONDIÇÕES DO TRANSPORTE |
Seção I Do Transporte Rodoviário |
Subseção I Dos Veículos e dos Equipamentos |
Subseção II Do Acondicionamento, Carga, Descarga, Armazenagem e Operações de Transporte |
Subseção III Do Itinerário e do Estacionamento |
Subseção IV Do Pessoal Envolvido na Operação de Transporte |
Seção II Do Transporte Ferroviário |
Subseção I Dos Veículos e dos Equipamentos |
Subseção II Da Formação e da Circulação do Trem |
Subseção III Do Despacho, Acondicionamento, Carga, Descarga, Operações de Transporte e Armazenagem |
Subseção IV Do Pessoal |
CAPÍTULO III DA DOCUMENTAÇÃO |
CAPÍTULO IV DOS PROCEDIMENTOS EM CASO DE EMERGÊNCIA |
Seção I Transporte Rodoviário |
Seção II Transporte Ferroviário |
CAPÍTULO V DOS DEVERES, OBRIGAÇÕES E RESPONSABILIDADES |
Seção I Dos Fabricantes de Veículos, Equipamentos e Produtos |
Seção II Do Contratante do Transporte, do Expedidor e do Destinatário |
Seção III Do Transportador |
Subseção I Do Transportador Rodoviário |
Subseção II Do Transportador Ferroviário |
Seção IV Da Fiscalização |
CAPÍTULO VI DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES |
CAPÍTULO VII DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS |
APÊNDICES AO ANEXO I NORMAS FUNCIONAIS PARA O TRANSPORTE TERRESTRE |
APÊNDICE I.1 ORGANISMOS COMPETENTES PARA ESTABELECER NORMAS COMPLEMENTARES AO ACORDO |
APÊNDICE I.2 PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA CONDUTORES DE VEÍCULOS EMPREGADOS NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PRODUTOS PERIGOSOS |
ANEXO II NORMAS TÉCNICAS PARA O TRANSPORTE TERRESTRE |
CAPÍTULO I CLASSIFICAÇÃO E DEFINIÇÃO DAS CLASSES DE PRODUTOS PERIGOSOS |
1.5 CLASSE 1 – EXPLOSIVOS |
1.6 CLASSE 2 – GASES |
1.7 CLASSE 3 – LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS |
1.8 CLASSE 4 – SÓLIDOS INFLAMÁVEIS SUBSTÂNCIAS SUJEITAS A COMBUSTÃO ESPONTÂNEA SUBSTÂNCIAS QUE, CONTATO COM A ÁGUA, EMITEM GASES INFLAMÁVEIS |
1.9 CLASSE 5 – SUBSTÂNCIAS OXIDANTES PERÓXIDOS ORGÂNICOS |
1.10 CLASSE 6 – SUBSTÂNCIAS TÓXICAS (VENENOSAS) SUBSTÂNCIAS INFECTANTES |
1.11 CLASSE 7 – MATERIAIS RADIOATIVOS |
1.12 CLASSE 8 – CORROSIVOS |
1.13 CLASSE 9 – SUBSTÂNCIAS PERIGOSAS DIVERSAS |
1.14 – CLASSIFICAÇÃO DE MISTURAS E SOLUÇÕES |
1.15 – PRECEDÊNCIA DAS CARACTERÍSTICAS DE RISCO |
CAPÍTULO II PRESCRIÇÕES GERAIS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS |
2.1 TRANSPORTE RODOVIÁRIO |
2.1.1 Veículos e Equipamentos |
2.1.2 Prescrições de Serviço |
2.2 TRANSPORTE FERROVIÁRIO |
2.2.1 Veículos e Equipamentos |
2.2.2 Prescrições de Serviço |
2.2.3 Transporte de Bagagens e Pequenas Expedições |
CAPÍTULO III PRESCRIÇÕES PARTICULARES PARA CADA CLASSE DE PRODUTOS PERIGOSOS |
3.1 TRANSPORTE RODOVIÁRIO |
3.1.1 Classe 1 – Explosivos |
3.1.2 Classe 2 – Gases |
3.1.3 Classe 3 – Líquidos Inflamáveis |
3.1.4 Classe 4 – Sólidos Inflamáveis Substâncias Sujeitas a Combustão Espontânea Substâncias que, em Contato com a Água, Emitem Gases Inflamáveis |
3.1.5 Classe 5 – Substâncias Oxidantes Peróxidos Orgânicos |
3.1.6 Classe 6 – Substâncias Tóxicas Substâncias Infectantes |
3.1.7 Classe 7 – Materiais Radioativos |
3.1.8 Classe 8 – Corrosivos |
3.1.9 Classe 9 – Substâncias Perigosas Diversas |
3.2 TRANSPORTE FERROVIÁRIO |
3.2.1 Classe 1 – Explosivos |
3.2.2 Classe 2 – Gases |
3.2.3 Classe 3 – Líquidos Inflamáveis |
3.2.4 Classe 4 – Sólidos Inflamáveis Substâncias Sujeitas a Combustão Espontânea Substâncias que, em Contato com a Água, Emitem Gases Inflamáveis |
3.2.5 Classe 5 – Substâncias Oxidantes Peróxidos Orgânicos |
3.2.6 Classe 6 – Substâncias Tóxicas Substâncias Infectantes |
3.2.7 Classe 7 – Materiais Radioativos |
3.2.8 Classe 8 – Corrosivos |
3.2.9 Classe 9 – Substâncias Perigosas Diversas |
CAPÍTULO IV RELAÇÃO DE PRODUTOS PERIGOSOS |
4.3 RELAÇÃO NUMÉRICA DE PRODUTOS PERIGOSOS |
4.4 RELAÇÃO ALFABÉTICA DE PRODUTOS PERIGOSOS |
4.5 PROVISÕES ESPECIAIS |
CAPÍTULO V NOME APROPRIADO PARA EMBARQUE |
CAPÍTULO VI CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA PRODUTOS PERIGOSOS EM QUANTIDADES LIMITADAS |
6.5 LIMITAÇÕES DE QUANTIDADE POR UNIDADE DE TRANSPORTE |
6.6 TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS EM PEQUENOS RECIPIENTES |
CAPÍTULO VII ELEMENTOS INDICATIVOS DE RISCO |
7.2 IDENTIFICAÇÃO DE EMBALAGENS |
7.2.1 Características dos Rótulos de Risco para Embalagens |
7.2.2 Rotulagem das Embalagens Externas |
7.3 IDENTIFICAÇÃO DE UNIDADES DE TRANSPORTE |
7.3.3 Características dos Elementos Indicativos de Risco para Unidades de Transporte |
7.3.4 Colocação dos Elementos Indicativos de Risco nas Unidades de Transporte |
7.4 MODELOS DOS ELEMENTOS INDICATIVOS DE RISCO (Arquivo HTM) |
7.4.1 Modelos de Rótulo de Risco Principal |
7.4.2 Modelos de Rótulo de Risco Subsidiário |
7.4.3 Modelos de Símbolos Especial e de Manuseio |
7.4.4 Modelos para Unidades de Transporte |
CAPÍTULO VIII EMBALAGENS |
8.8 TERMOS E DEFINIÇÕES APLICÁVEIS A EMBALAGENS |
8.10 DISPOSIÇÕES GERAIS APLICÁVEIS A EMBALAGENS |
8.11 CÓDIGO PARA DESIGNAÇÃO DOS TIPOS DE EMBALAGEM |
8.12 CONDIÇÕES PARTICULARES APLICÁVEIS A EMBALAGENS |
8.12.1 Tambores de Aço |
8.12.2 Tambores de Alumínio |
8.12.3 Bombonas de Aço |
8.12.4 Tambores de Madeira Compensada |
8.12.5 Barris de Madeira |
8.12.6 Tambores de Papelão |
8.12.7 Tambores e Bombonas de Plástico |
8.12.8 Caixas de Madeira Natural |
8.12.9 Caixas de Madeira Compensada |
8.12.10 Caixas de Madeira Reconstituída |
8.12.11 Caixas de Papelão |
8.12.12 Caixas de Plástico |
8.12.13 Caixas de Aço ou Alumínio |
8.12.14 Sacos Têxteis |
8.12.15 Sacos de Plástico Tecido |
8.12.16 Sacos em Película Plástica |
8.12.17 Sacos de Papel |
8.12.18 Embalagens Compostas (Recipientes Internos de Material Plástico) |
8.12.19 Embalagens Compostas (Recipientes Internos de Vidro, Porcelana ou Cerâmica) |
8.13 ENSAIOS EXIGIDOS PARA EMBALAGENS |
8.13.1 Desempenho e Freqüência dos Ensaios |
8.13.2 Preparação de Embalagens para os Ensaios |
8.13.3 Ensaio de Queda |
8.13.4 Ensaio de Estanqueidade |
8.13.5 Ensaio de Pressão (Hidráulica) Interna |
8.13.6 Ensaio de Empilhamento |
8.13.7 Ensaio de Tanoaria para Barris de Madeira, Tipo Bujão |
8.14ENSAIO DE ESTANQUEIDADE PARA AEROSSÓIS E PEQUENOS RECIPIENTES PARA GÁS |
8.15 MARCAÇÃO |
CAPÍTULO IX DISPOSIÇÕES APLICÁVEIS A CONTENTORES INTERMEDIÁRIOS PARA GRANÉIS (IBCs) |
9.1 DISPOSIÇÕES GERAIS APLICÁVEIS A IBCs |
9.1.1 Campo de Aplicação |
9.1.2 Definições e Código de Designação |
9.1.3 Disposições Relativas à Construção |
9.1.4 Ensaios e Certificação |
9.1.5 Marcação |
9.1.6 Disposições Relativas à Operação |
9.2 CONDIÇÕES PARTICULARES APLICÁVEIS A IBCs METÁLICOS |
9.2.1 Campo de Aplicação |
9.2.2 Definições |
9.2.3 Construção |
9.2.4 Ensaios, Certificação e Inspeção |
9.2.5 Ensaios para Projetos-Tipo |
9.2.6 Ensaios Inicial e Periódicos para cada IBC |
9.2.7 Inspeção |
9.2.8 Especificações para os Ensaios |
9.2.9 Marcação Adicional |
9.3 CONDIÇÕES PARTICULARES APLICÁVEIS A IBCs FLEXÍVEIS |
9.3.1 Campo de Aplicação |
9.3.2 Definições |
9.3.3 Construção |
9.3.4 Ensaios e Certificação |
9.3.5 Ensaios para Projetos-Tipo |
9.3.6 Especificações para Ensaio de Projetos-Tipo |
9.3.7 Marcação Adicional |
9.4 CONDIÇÕES PARTICULARES APLICÁVEIS A IBCs DE PLÁSTICO RÍGIDO |
9.4.1 Campo de Aplicação |
9.4.2 Definições |
9.4.3 Construção |
9.4.4 Ensaios, Certificação e Inspeção |
9.4.5 Ensaios para Projetos-Tipo |
9.4.6 Ensaios Inicial e Periódicos para cada IBC |
9.4.7 Inspeção |
9.4.8 Preparação de IBCs para os Ensaios |
9.4.9 Especificações para os Ensaios |
9.4.10 Marcação Adicional |
9.4.11 Operação |
9.5 CONDIÇÕES PARTICULARES APLICÁVEIS A IBCs COMPOSTOS, COM RECIPIENTES INTERNOS DE PLÁSTICO |
9.5.1 Campo de Aplicação |
9.5.2 Definições |
9.5.3 Construção |
9.5.4 Ensaios, Certificação e Inspeção |
9.5.5 Ensaios para Projetos-Tipo |
9.5.6 Ensaios Inicial e Periódicos para cada IBC |
9.5.7 Inspeção |
9.5.8 Preparação de IBCs para os Ensaios |
9.5.9 Especificações para Ensaio de projetos-Tipo |
9.5.10 Marcação Adicional |
9.5.11 Operação |
9.6 DISPOSIÇÕES ESPECIAIS APLICÁVEIS A IBCs DE PAPELÃO |
9.6.1 Campo de Aplicação |
9.6.2 Definições |
9.6.3 Construção |
9.6.4 Ensaios e Certificação |
9.6.5 Ensaios para Projetos-Tipo |
9.6.6 Especificações para Ensaio de Projetos-Tipo |
9.6.7 Marcação Adicional |
9.7 DISPOSIÇÕES ESPECIAIS APLICÁVEIS A IBCs DE MADEIRA |
9.7.1 Campo de Aplicação |
9.7.2 Definições |
9.7.3 Construção |
9.7.4 Ensaios e Certificação |
9.7.5 Ensaios para Projetos-Tipo |
9.7.6 Especificações para Ensaio de Projetos-Tipo |
9.7.7 Marcação Adicional |
9.8 RESUMO E ORDEM DE REALIZAÇÃO DOS ENSAIOS EXIGIDOS PARA OS PROJETOS-TIPO |
APÊNDICES AO ANEXO II NORMAS TÉCNICAS PARA O TRANSPORTE TERRESTRE |
APÊNDICE II.1 CLASSE 1 |
II.1.1 DESCRIÇÃO DE ALGUMAS SUBSTÂNCIAS E ARTIGOS DA CLASSE 1 E TERMOS CORRELATOS |
II.1.2 CONDIÇÕES SUPLEMENTARES PARA EMBALAGEM DE PRODUTOS DA CLASSE 1 |
II.1.2.1 Condições Gerais |
II.1.2.2 Condições Particulares |
II.1.2.3 Métodos de Embalagem de Explosivos |
APÊNDICE II.2 CLASSE 6 |
II.2.1 SUBCLASSE 6.1 SUBSTÂNCIAS TÓXICAS |
II.2.1.1 Critérios para Definição da Toxicidade |
Figura II.2.1 Toxicidade à Inalação de Vapores: Limites dos Grupos de Embalagem |
II.2.1.2 Classificação de Pesticidas |
II.2.2 SUBCLASSE 6.2 SUBSTÂNCIAS INFECTANTES |
II.2.2.1– Definições |
II.2.2.2– Produtos Biológicos e Espécimes para Diagnóstico |
II.2.2.3– Exigências Relativas à Embalagem |
II.2.2.4– Ensaios para Embalagens |
APÊNDICE II.3 CLASSE 4 |
II.3.1 SUBCLASSE 4.1 SÓLIDOS INFLAMÁVEIS, SUBSTÂNCIAS AUTO-REAGENTES E CORRELATAS E EXPLOSIVOS INSENSIBILIZADOS |
Figura II.3.1 Fluxograma para a inclusão de sólidos facilmente combustíveis (exceto pós metálicos) à subclasse 4.1 |
Figura II.3.2 Molde e Acessórios para a Preparação da Amostra |
II.3.1.1 Sólidos Inflamáveis |
II.3.1.2 Substâncias Auto-Reagentes e Correlatas |
II.3.1.3 Explosivos Insensibilizados |
II.3.2 SUBCLASSE 4.2 SUBSTÂNCIAS SUJEITAS A COMBUSTÃO ESPONTÂNEA |
II.3.2.1 Métodos de Ensaio para Substâncias Pirofóricas |
II.3.2.2 Substâncias Passíveis de Auto-Aquecimento |
II.3.3 SUBCLASSE 4.3 SUBSTÂNCIAS QUE EM CONTATO COM A ÁGUA DESPRENDEM GASES INFLAMÁVEIS |
Figura II.3.3 Fluxograma para classificação de substâncias auto-reagentes |
II.3.3.1 Método de Ensaio |
II.3.3.2 Critérios de Classificação |
II.3.3.3 Alocação aos Grupos de Embalagem |
APÊNDICE II.4 CLASSE 5 |
II.4.1 INTRODUÇÃO |
Figura II.4.1 Fluxograma para classificação de peróxidos orgânicos |
II.4.2 SUBCLASSE 5.1 SUBSTÂNCIAS OXIDANTES |
II.4.2.1 Alocação de Substâncias à Subclasse 5.1 |
II.4.2.2 Substâncias Sólidas Oxidantes |
II.4.2.3 Critérios de Classificação |
II.4.3 SUBCLASSE 5.2 PERÓXIDOS ORGÂNICOS |
II.4.3.1 Propriedades |
II.4.3.2 Alocação de Peróxidos Orgânicos à Subclasse 5.2 |
II.4.3.3 Classificação de Peróxidos Orgânicos |
II.4.3.4 Insensibilização de Peróxidos Orgânicos |
II.4.3.5 Exigências de Controle de Temperatura |
II.4.3.6 Rótulos e Etiquetas |
II.4.3.7 Disposições Gerais para Embalagem de Peróxidos Orgânicos |
II.4.3.8 Métodos de Embalagem para Peróxidos Orgânicos |
II.4.3.9 T ransporte sob Temperatura Controlada |
II.4.3.10 Transporte de Peróxidos Orgânicos em Contentores Intermediários para Granéis (IBCs) |
II.4.3.11 Transporte de Peróxidos Orgânicos em Contêineres-Tanques |
SUPLEMENTO |
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